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"EU VI E DOU TESTEMUNHO: ESTE É O FILHO DE DEUS." (JO 1, 34)

 

Um testemunho só é verdadeiro quando a testemunha tem conhecimento dos fatos. João Batista vê, conhece Jesus e por isso mesmo é uma testemunha qualificada.

O Cristão é chamado por Deus, desde o batismo, a uma vocação admirável: dar testemunho de Jesus Cristo. Realmente o será, de fato, se O conhecer bem. Ver conhecer Jesus é condição fundamental para ser uma testemunha coerente e verdadeira.

folha1.jpg (30479 bytes)Sim, podemos conhecer o Senhor, pois Ele está perto de nós e se apresenta de muitas maneiras, contudo, de forma surpreendente. A Palavra de Deus nos dá indicações claras a este respeito: ora Jesus se apresenta em forma de um menino recém nascido, ora como um mestre que ensina um novo mandamento; ora fazendo um milagre; ora pregado na cruz. Ele mesmo diz: "estava com fome e me destes de comer, estava com sede e me destes de beber, estava doente ou preso e fostes me visitar..." (Mt 25, 35-36) E mais, onde dois ou três se reunirem em seu nome Ele estará presente. (Mt 18, 20)

Podemos ainda ver o Senhor em tantas formas de valorização da vida, na defesa do meio ambiente, no combate à corrupção, na superação da cultura, da violência... Além do que, e de forma especial, podemos ver conhecer Jesus nos sacramentos oferecidos pela Igreja, sobretudo, na Eucaristia.

Nosso mundo mergulhado numa grande confusão de anti valores tem dificuldades dever conhecer Jesus e testemunhá-lo. Uma vez mais precisamos desanuviar nossas mentes e corações e percebemos que no fundo de nossas vidas há um anseio por plenitude: alegria, comunhão, saúde, paz... Não a plenitude que nos é proposta pelos antivalores do mundo, mas aquela plenitude de vida que vem do "conhecer" Jesus e seguir os seus passos. Esta  plenitude é a Bênção de Deus. Isto não é algo para ser consumido egoisticamente, mas, ao contrário, impulsiona para a partilha, a solidariedade e o serviço ao outro.

Iniciando este ano, façamos um esforço para crescer no conhecimento da fé, na experiência de Deus, na valorização e participação da vida fraterna. E que sejamos alegres e fieis testemunhas daquele que será nossa testemunha diante do Pai.

Com minha prece e bênção,

Pe. Ildefonso Salvadego, MS
Pároco

 

EDITORIAL

Olá, irmãos Saletinos! Neste fevereiro estamos, por assim dizer, de fato, começando o ano. Passado os festejos de Natal, de ano novo e de férias para muitos paroquianos, começamos o ano já com muitos afazeres: na última reunião do CPP 18.01.2005 foi delineado os preparativos para a abertura da Campanha da Fraternidade 2005 e da Semana Santa. As Pastorais e demais grupos já demandam esforços no sentido de atender o chamado.

Lembramos também que a temática da CF- 2005 é a PAZ. Nas páginas centrais desta edição vocês lerão a carta escrita pelo Papa João Paulo II, em fevereiro de 2002, sobre um encontro ocorrido na cidade de Assis (Itália) com diversos líderes religiosos do mundo inteiro. Esse encontro gerou um documento chamado "Decálogo de Assis para a Paz", que o Santo Padre encaminhou, juntamente com sua carta, aos Chefes de Estado e de Governo de todos os países do mundo, incitando-os a praticarem o conteúdo do documento.

Ainda nesta edição queremos cumprimentar a direção da Revista Salette, nas pessoas do Pe. Arlindo Fávero e Pe. Adilson Schio, pelo excelente trabalho realizado e pela reformulação gráfica. A Revista melhorou no conteúdo e na forma. Parabéns.

Dentro da nova estrutura de nosso Santuário, em consonância com o 9º. Plano de Pastoral 2004/2007, da Arquidiocese de São Paulo, foi criada a Pastoral da Comunicação. Como se sabe, de há muito que nossa comunidade carecia dessa importante pastoral. Ela passa a englobar, além das atividades pastorais, as equipes do GIS, do Informativo Salette, da Zeladoria da Revista Salette, do Mural e do Relacionamento Externo. A coordenação da pastoral está a cargo do Sr. Erich Georg Jonas.

Mario Apone
CPP

 

Dízimo - Aniversariantes de Fevereiro

01 Inácio F. da Silva
Antonio Amaury C. de A.Jr.
Odonel D. de Matos

02 Alceu Rogatto
Rosely Alda M. Gavaldão
Zimar Barreto Iema
Yara N. V. Finco
Makoto katsuara

03 Ana Lucia Arruda Pedrosa
Maria Palmina Z. Gualtieri
Fernando Augusto S. Martins

04 Maria de Fátima da Cruz

05 Luci de Oliveira Silvestre
Nanci Maria Salvia de
Sumiko Takiguti

06 Ana Wilma L. de Carvalho
Carlos Alberto Ruiz
Vilma Bastos de A. Bonilha
Luiz Saula

07 Sergio Zunder Wasbus
Marisa R. Salgado

08 Wilson da Cruz Ávila
Gersonilto Pereira Saldanha
Yuri Jaruskevicius
Gleison Pinheiro Costa
Elma Santos Almeida Soona
Edyr N. Silva

09 Eraldo Ferreira dos Santos
Maria Ferreira de Souza
Adelina Xavier Cotrim
Ilona Luongo
Maria Lucia S. C. Hohl
Dirceu Neglisoli
José Costa Filho
Paulo R. Zampoglioni

10 Maria Luisa C. Pacheco
Maria Rita M. de Castro
Oswaldo Carvalho Ferraz

11 Celeste de Deus Leite
Irene de Oliveira Ayres
Marilene de Souza
Jose Gouveia

12 Luiz Roberto Braga
Jose Carlos Pedrosa
Rossana Bártoli Zanini
Luzia Puccetti Martins
Claudete Alves C. de Freitas

13 Fabio Marcos
Eliana M. Marcondes Amaral
Jorge Lucio de Moraes
Mauricio David Martins das Neves
Antonio Costa Neto
Pedro Puccetti Neto
Carmem Bim Sarmenho
Antonio Luiz Nunes
Elisa A. Sano

14 Maria Valéria F. M. Oliveira
Nesedy Therezinha de Jesus B.
Nilson Ildefonso da Silva

15 Hiromi Tominaga
Edilene de Cássia Franco

16 Eliana Fernandes
Susana F. de Noronha
Alda de Jesus A. Jacinto

17 Liliana Tagliaferro
Jandira Tesch Aurélio
Rosemeire S. Nunes
Claudia Moreira M. E. Alves

18 Margarete Moraes
Maria M. Ribeiro

20 Wania Josino C. Bergamaschi
Luiza Monteiro Lucena
Terumi Tominaga

21 Luciana de Paiva
Lucia Eneida R. Farias
Sebastião Alves de Souza
Rita de Cássia R. Lima
Joaquina da Conceição V. Paiva
Luciana Berbel

23 Francisca V. da Conceição
Datil Antunes de Carvalho

24 Daniel Maria Ferreira
Suzi Almeida
Shirley Ferreira

25 Maria Aparecida Tarsitano

26 Ilisia da Silva Barbosa
Adão Gomes da Silva

27 Daniel Wei
Audacira Santana da Silva
Roger D. Gonçalves

28 Dilmo Cordeiro
Márcia H. Bolito Gusmão
Ademar A. Gusmão
Andréia de Cássia C. e Silva
Fernando Apone

 

Informativo Entrevista...

O casal José Pagan Filho e Elza Bronzatto Pagan, paroquianos de longa data.

Informativo: Vocês formam um casal bem antigo e participativo na comunidade. Desde quando é essa participação?
Sr. José: Isso tem mais de 50 anos. Na verdade, mudamos para esta casa no dia de Finados, em 1950. Acompanhamos a construção da igreja desde o início.
D. Elza: Pois é, estamos casados a 58 anos.

Informativo: Quando foi esse casamento?
D. Elza: Nos casamos no dia 22 de dezembro de 1946. Foi no dia de minha formatura. Nem fui receber meu diploma de professora. O diretor na escola foi entregá-lo depois em minha casa.

Informativo: E os frutos desse casamento?
Sr. José: Temos 8 filhos: seis homens e duas mulheres. Todos se encaminharam na vida, se formaram, estão trabalhando. Constituíram famílias... á temos 12 netos.
D. Elza: Uma de nossas filhas chama-se Maria Salete, em homenagem à graça de minha remoção de uma escola rural, em Avaré, para o Frei Galvão, aqui na Capital, em 1952.

 

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Informativo: Como foi o início dessa vida a dois?
Sr. José: Nós morávamos em São Manuel (interior de São Paulo). Começamos a namorar ainda lá em São Manuel. Eu vim antes para S.Paulo, cheguei aqui em janeiro de 1946. Arrumei emprego e quando nos casamos em dezembro desse ano a Elza veio para S.Paulo comigo.
D. Elza: Foi um início difícil. Primeiro fomos morar no Parque Peruche. Pouco tempo depois mudamos para a Parada Inglesa e então compramos o terreno e fomos construindo esta casa. Aqui nasceram nossos filhos. Nossa vida foi construída, no dia-a-dia, com dificuldades, sofrimentos e privações, mas sempre com a graça de Deus ao nosso lado. Durante toda nossa vida tivemos essa presença constante de Deus. E Nossa Senhora da Salette foi entrando em nossas vidas, devagarzinho...

Informativo: Lembranças de São Manuel?
D. Elza: Muitas. Eu era Filha de Maria e o José era Congregado Mariano. Na época São Manuel era uma cidade muito pequena, todos se conheciam. Tínhamos muitos parentes. Venho de uma família de 12 irmãos. Guardo um presente que ganhei de aniversário do José, quando ainda namorávamos (Sr. José foi buscar o presente). Esta foi a primeira capelinha construída pelo José, portanto ela tem mais de 60 anos.

Informativo: É uma pequena capela, em madeira escura, com a cúpula arredondada, uma pequena portinhola e dentro, uma imagem de Nossa Senhora (vejam na foto abaixo).
Sr. José: Eu sou carpinteiro. Então pude fazer essa capelinha. Também fiz os móveis desta casa; praticamente foram todos construídos por mim. Naquela época estava difícil emprego em São Manuel, assim tive que sair em busca de melhor oportunidade. Antes de chegar a S.Paulo, trabalhei pouco tempo em Conchas, também interior de São Paulo, e depois vim para cá.

Informativo: Primeira capelinha, isso significa que houveram outras...
D. Elza: Talvez o José tenha construído a primeira capelinha de Nossa Senhora da Salette, ao menos aqui em S.Paulo. Nosso filho José Artur, com 4 anos de idade, teve paralisia facial. Na época o tratamento era muito difícil. E o José fez a promessa, em agradecimento à cura de nosso filho, de fazer uma capelinha a Nossa Senhora da Salette não é a que ele presenteou-me uma outra, para que visitasse as famílias. Conseguimos 30 adesões. Ela permanecia um dia em cada casa. Durante muito tempo as visitas ocorreram normalmente. Às vezes acontecia algum atraso, até que a capelinha desapareceu. Apesar de nossos esforços não soubemos de seu paradeiro. Um dia, por acaso, Jose reconheceu a capelinha, na Sacristia da Paróquia. O Irmão Erondino, na época sacristão, nos informou que ela estava sendo utilizada pela Legião de Maria. Ficamos felizes por isso. De outra maneira, realizava-se o propósito.

Informativo: E profissionalmente, como foi a vida de vocês?
D. Elza: Depois do Frei Galvão, lecionei no Silva Jardim, e depois, durante 18 anos, no República da Bolívia, onde vim a  me aposentar. Também sou professora particular desde muito tempo atrás
Sr. José: Eu trabalhei como carpinteiro, depois como encarregado de obras, também fui instrutor no SENAI (Serviço Nacional da Indústria) durante muito tempo e aposentei-me como carpinteiro.

Informativo: E na comunidade, vocês trabalharam ou trabalham em que pastorais?
D. Elza: Nós, na verdade, começamos nossas atividades na Paróquia Nossa Senhora Aparecida, do Jardim São Paulo. Trabalhávamos na Pastoral do Batismo. Depois o Ebem e a Maria Palmina nos indicaram para o Mario e a Doly, que na época coordenavam a Catequese de Crianças, e nós fomos ser casal piloto. Fomos casal piloto durante 8 anos. Depois fomos Ministros da Comunhão. Eu continuei sem catequista, primeiro de crianças e depois de adultos. Agora, no final de 2004, encerrei minhas atividades.
Sr. José: Participamos de um grupo de oração "Jesus, Maria e José" que se reúne semanalmente às terças-feiras para rezar o "terço". Fazemos isso a mais de 25 anos. Do grupo original ainda restam 12 pessoas. Muita gente entra, mas muita gente sai também.

Informativo: Pouco tempo atrás a senhora comentou que de sua janela avista o cruzeiro no topo da torre da Igreja...
D. Elza: Sim, tanto do quarto da frente e, principalmente do quarto dos fundos, nós avistamos a cruz. É muito gostoso abrir as janelas e ver a cruz, é como uma oração. Temos também essa felicidade.

Informativo: Como vocês se sentem na comunidade?
D. Elza: Muito felizes, temos uma alegria imensa de fazer parte dessa comunidade.
Sr. José: (com a voz embargada) Sinto orgulho de ser saletino. Nem sei se posso dizer isso: sou saletino. Queremos, na medida do possível, continuar divulgando a devoção e, principalmente, a mensagem de Nossa Senhora da Salette.

Informativo: Claro que pode, e nós da Comunidade agradecemos a Deus e a Nossa Senhora da Salette por tê-los conosco, partilhando dessa companhia e comungando a mesma fé.
Sr. José: Então vou continuar dizendo: sou saletino, com muito orgulho.

OBS.: a entrevista terminou com o casal nos levando até a janela do quarto e pudemos constatar: dela se avista, no topo na torre, a cruz imponente, para nos lembrar que ali Jesus morreu para nos salvar e dali ressuscitou para vencer a morte e o pecado. É, de fato, como uma oração...

 

CARTA DO SANTO PADRE JOÃO PAULO II A TODOS OS CHEFES DE GOVERNO DO MUNDO COM O "DECÁLOGO DE ASSIS PARA A PAZ

À Suas Excelências, os Chefes de Estado ou de Governo

papa.jpg (37023 bytes)Há precisamente um mês foi realizado em Assis o Dia de Oração pela Paz no Mundo. Hoje, o meu pensamento dirige-se espontaneamente para os responsáveis da vida social e política dos países que ali estavam representados pelos chefes religiosos de numerosas nações.

As intervenções inspiradas destes homens e mulheres, representantes das diversas confissões religiosas, assim como, o seu desejo sincero de trabalhar a favor da concórdia, da busca comun do verdadeiro progresse e da paz no seio de toda a família humana, encontraram a sua expressão nobre e concreta num "decálogo" proclamado na conclusão desse dia excepcional.

Tenho a honra de enviar o texto deste compromisso comum a Vossa Excelência, convencido de que estes dez propósitos poderão inspirar a ação política e social do seu governo.

Pude verificar que os participantes no encontro de Assis estavam animados como nunca por uma convicção comum: a humanidade deve escolher entre o amor e o ódio. E todos, enquanto membros da mesma família humana, souberam traduzir esta aspiração através deste decálogo, persuadidos de ódio destrói, enquanto o amor, ao contrário, edifica.

Faço votos para que o espírito e o compromisso de Assis levem a todos os homens de boa vontde a procurar a verdade, a justiça, a liberdade e o amor, para que toda a humanidade possa gozar destes direitos inalienáveis, e cada povo, da paz. Por seu lado, a Igreja Católica, que deposita a sua confiança e esperança no "Deus da caridade e da paz." (2 Cor 13, 11), continuará a empenhar-se para que o diálogo leal, o perdão recíproco e a concórdia mútua assinalem o caminho dos homens neste terceiro milênio.

Reconhecido a Vossa Excelência pelo interesse que se dignar prestar à minha Carta, aproveito esta ocasião para lhe confirmar a minha mais elevada estima.

Vaticano, 24 de fevereiro de 2002.

João Paulo II
Servo dos Servos de Deus

 

CANTINHO DO APOSTOLADO

Ser membro do Apostolado da Oração é sinal de que o amor do Sagrado Coração de Jesus tocou profundamente a vida da pessoa. Não se pode esconder esse amor. Pelo contrário, o amor deve ser espalhado, pois quanto mais é repartido mais aumenta.

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Aos participantes do Apostolado recomendamos: atendam ao apelo de Jesus: "Deixai vir a mim os pequeninos, pois deles é o Reino do Céu"; apresentem em suas comunidades ações em favor dos pequenos, dos preferidos do Senhor. Não tenham medo de acolher o novo, de dar oportunidade a quem está chegando; isso não é perder espaço, nem diminuir a associação, mas é favorecer o crescimento da comunidade como um todo, na qual as pessoas de todas as idades amam e são amadas. Todos de qualquer idade somos renovados constantemente no amor e na graça.

Que um número sempre maior de pessoas possa se aproximar da espiritualidade do Apostolado, contribuindo para o bem de toda a Igreja. Apresentemos às crianças, aos adolescentes e aos jovens um modo de vida inspirado no de Jesus.

(colaboração Normando Castilho Apostolado da Oração)

 

 

 

"DECÁLOGO DE ASSIS PARA A PAZ"

1. Comprometemo-nos a proclamar a nossa firme convicção de que a violência e o terrorismo estão em oposição com o verdadeiro espírito religioso e, ao condenar qualquer recurso à violência e à guerra em nome de Deus ou da religião, empenhamo-nos em fazer tudo o que for possível para desenraizar as causas do terrorismo.

2. Comprometemo-nos a educar as pessoas no respeito e na estima recíprocos, a fim de poder alcançar uma coexistência pacífica e solidária entre os membros de etnias, culturas e religiões diferentes.

3. Comprometemo-nos a promover a cultura do diálogo, para que se desenvolvam a compreensão e a confiança recíprocas entre os indivíduos e entre os povos, pois são estas as condições para uma paz autêntica.

4. Comprometemo-nos a defender o direito de todas as pessoas humanas de levar uma existência digna, conforme a sua identidade cultural, e de fundar livremente uma família que lhe seja própria.

5. Comprometemo-nos a dialogar com sinceridade e paciência, não considerando o que nos divide como um muro insuperável, mas, ao contrário, reconhecendo que o confronto com a diversidade do próximo pode tornarse uma ocasião de maior compreensão recíproca.

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6. Comprometemo-nos a perdoar-nos reciprocamenteos erros e os preconceitos do passado e do presente, e a apoiar-nos no esforço comum para vencer o egoísmo e o abuso, o ódio e a violência, e para aprender do passado que a paz sem justiça não é uma paz verdadeira.

7. Comprometemo-nos a estar à parte de quantos sofrem devido à miséria e ao abandono, fazendo-nos a voz dos que não tem voz e empenhando-nos concretamente para sair de tais situações, convictos de que, sozinhos, ninguém pode ser feliz.

8. Comprometemo-nos a fazer nosso o brado de todos os que não se resignam à violência e ao mal, e desejamos contribuir com todos os nosso esforços para dar à humanidade do nosso tempo uma real esperança de justiça e de paz.

9. Comprometemo-nos a encorajar qualquer iniciativa que promova a amizade entre os povos, convictos de que, se não há um entendimento solidário entre os povos, o progresso tecnológico expõe o mundo a riscos crescentes de destruição e de morte.

10. Comprometemo-nos a pedir aos responsáveis das nações que façam todos os esforços possíveis para que, quer a nível nacional, quer a nível internacional, seja edificado e consolidado um mundo de solidariedade e de paz fundado na justiça.

 

Artigo

A PAZ AINDA É POSSÍVEL?

"Felizes os que promovem a paz."

A paz é o tema da Campanha da Fraternidade deste ano. Assim sendo, acho oportuno refletirmos sobre a paz. Que temos feito para que a paz seja realmente possível? Olhamos para o mundo e a para a humanidade e contemplamos, com muito pesar, a miséria e a fome ceifando vidas humanas por toda a terra. Temos notícias   de guerras e muitos males assolando a humanidade.

Bem, o que tudo isto a ver com a paz? A paz não é apenas um estado de espírito, ela é um conjunto de atitudes que promovam a vida e a dignidade do ser humano. Que atitudes tomamos para promover a paz? Sim, porque ser cristão é necessariamente agir em favor da vida humana e da paz. Com tristeza podemos relembrar alguns fatos que foram um contra-testemunho cristão: governantes de nações cristãs geraram a guerra e a destruição de muitas cidades e, por conseqüência, geraram a morte de muitos. Pouca ou nenhuma mobilização popular se fez contra tais injustiças, o que não promoveu a paz. Ser cristão não é fácil, nem divertido: implica em provocar as estruturas sociais e políticas do mundo, correndo o risco da perseguição e da morte.

A Palavra de Deus, tão conhecida nossa, também nos provoca. Basta lermos alguns trechos ou parábolas. Por exemplo, a do filho pródigo, a do bom samaritano. É necessário que neste ano novo possamos nos colocar diante do Senhor Jesus e avaliar com clareza que espécie de cristãos nós temos sido, a fim de que não sejamos enganados pelas nossas vaidades pessoais ou pelo consumismo. É preciso avaliar nossa capacidade de servir com alegria, de amar incondicionalmente a todos. É preciso que tenhamos coragem para nos autocriticar para descobrirmos exatamente como temos agido. Como temos atendido aos pedintes, pobres e necessitados que batem em nossas portas pedindo comida, roupas, dinheiro? Quais as nossas atitudes para com os marginalizados: bêbados, drogados, prostituídos? Será que temos consciência e coragem para vermos no próximo, verdadeiramente, nosso irmão?

Ser cristão realmente não é fácil, temos que morrer para nós mesmos. É bom lembrarmos que todos nós, cristãos ou não, somos os olhos, os pés e as mãos do próprio Deus, que deseja servir ao próximo. Enfim, a paz, verdadeiramente compreendida, começa no coração humano, passa pela compreensão da realidade e da luta pela sua transformação. A paz só é possível se eu for capaz de compreender que meus direitos terminam onde começam os direitos do meu próximo. "Assim brilhe vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem o vosso Pai que está nos céus." (Mt 5, 16)

A todos vocês, um ano cheio de Paz, da verdadeira Paz.

Bruno Gley Alves de Souza
Pastoral dos Vicentinos

 

Epifania do Senhor

Epifania é a manifestação de Cristo na condição humana. Deus sempre envia sinais de sua presença na história para que, ao identificá-los, manifestemos aos demais que Jesus é o Emanuel, que quer dizer: "Deus conosco".

Jesus nasceu, Ei-lo pequenino no presépio em Belém. Como o povo esperava ansioso esta chegada do Messias. Muito longe de Belém, no oriente, apareceu uma estrela nova, miraculosa, fulgurante, que queria mostrar alguma coisa. Os reis magos compreenderam que ela era o sinal do nascimento do Salvador do mundo, e, por inspiração de Deus, resolvem segui-la para encontrar o Deus menino. Seguindo a estrela chegam a Belém, e eis que se achavam na presença da Sagrada Família. O pequeno Infante ali está!

epifania.jpg (69011 bytes)Prostrando-se o adoram e lhe oferecem presentes: ouro, incenso e mirra. Que presentes estranhos! Mas cada qual tinha um significado: o ouro simboliza a realeza de Jesus; o incenso representa a Santidade e Divindade de Jesus e a mirra representa a humanidade e o sofrimento que liberta. É uma planta rara e recorda o sacrifício da cruz. A figura dos reis magos que procuram o Menino é a imagem peregrina de todos que se põem a caminho para realizar o verdadeiro encontro com Jesus. A estrela representa o convite a que nos coloquemos a caminho para esse presente que veio do céu para nossa salvação. Em nossa vida também brilha uma estrela: a vocação que devemos seguir para cumprir a missão que Deus nos confiou neste mundo.

E quais são os presentes que temos a oferecer ao Deus Menino? Oferecemos o ouro do nosso amor sincero aos irmãos; o incenso de nossa vida de oração, cheia de gratidão por tantos dons recebidos; e a mirra de nossa aceitação do sofrimento e da acolhida de seus desígnios em nossa vida. Deus, porém, nos espera a todos, grande e pequenos,, os de longe e os de perto, para com todos celebrar a festa a unidade e do amor.

Famapa Grupo SP/Norte

 

 

 

NOTÍCIAS DA PROVÍNCIA

PARÓQUIAS DE PORTUGUESES No dia 08 de novembro de 2004 o Padre Leonir foi, oficialmente, designado vigário paroquial de cinco paróquias, para o atendimento dos imigrantes portugueses na Região de Ulm e Stutgard (Alemanha). Na Missa, o Padre isidro se fez presente e, segundo Padre Leonir, dirigiu a todos uma "linda mensagem". Com esta atividade, reforçamos nossa presença nesta região da Alemanha, agora com uma presença pastoral mais efetiva. O Padre Leonir esteve conosco na Assembléia Provincial de janeiro passado e nos trouxe mais  notícias deste trabalho, que oportunamente estaremos divulgando. Pe. Leonir, de passagem por S.Paulo, celebrou algumas Missas em nossa Paróquia no início de janeiro.

REVISTA SALETTE A edição de janeiro/fevereiro de 2005 marca mais uma nova fase da Revista Salette. Com uma nova estrutura de diagramação e uma nova grade editorial, a Revista vem com todas as páginas a quatro cores e buscando uma interatividade com os leitores através de assuntos onde eles e todos nós poderemos opinar, expressando nosso pensamento. A campanha de aumento de assinaturas deve continuar, é responsabilidade assumida por todos nós, até mesmo porque ainda não alcançamos o patamar de 20 mil assinaturas, que poderá tornar viável ainda outras mudanças. Ajude a aumentar o número de assinantes. É importante sua colaboração.

Do Noticioso Saletino Pe. Adilson Schio, MS

 

A BALANÇA DA NOSSA  VELHINHA

scruz.jpg (41095 bytes)Ainda bem que todo fim de ano é sempre a mesma coisa: no Natal, Jesus renasce, trazendo novas esperanças, novos sonhos, vida nova. Na passagem de ano todos nós fizemos um balanço: avaliamos o que passou e planejamos grandes mudanças, para melhor.

A nossa "velhinha" também pôs na balança o que fez no ano passado, o que caminhou e o que proporcionou que ela chegasse até aqui. E planejou seus novos sonhos, propondo que continuássemos em 2005 partilhando, como sempre, os serviços e os resultados materiais do trabalho das pastorais da comunidade, da seguinte maneira: do total das receitas

(100%) serão destinados:
- 40% para manutenção geral da Capela
- até 10% para a taxa obrigatória destinada à Mitra
- até 20% para pagamento de espórtulas aos sacerdotes
- até 7,5% para as obras sociais do Santuário Nossa Senhora da Salette
- até 7,5% para o Seminário Saletino
- até 5% para as obras da Arquidiocese
- a aproximadamente 10% das receitas e diferenças, destinadas ao Fundo de Reserva e Eventos Especiais da Capela, ratificando assim o sistema já adotado a alguns anos.

Mas, no seu planejamento para 2005 ela deu o primero passinho à frente, convidando a todos nós, os amigos dela (comunidade), a seguir a orientação de nossa Igreja, mostrando Jesus àqueles que ainda não o conhecem bem 3º. Eixo do 9º. Plano Pastoral 2005 / 2007 da Arquidiocese de São Paulo. Ela simplesmente desafiou cada um de nós a trazermos (pescar), neste ano, só mais uma pessoa para nossa comunidade. Cada um de nós vai procurar, anunciar, convidar, acompanhar e apadrinhar Só MAIS UM CRISTÃO!

Ela está muito feliz porque até agora todos seus amigos toparam. Você, que pertence à Comunidade Santa Cruz ou não, também está desafiado a realizar o sonho da "velhinha" e o propósito de nossa Arquidiocese. Em 2005 pesque só UM, mas pesque e coloque-o na BALANÇA de amor da sua paróquia.

João Bosco e Daniel - Capela Santa Cruz

 

RELEMBRANDO...

igreja.jpg (40267 bytes)"Dom José Gaspar de Affonseca e Silva, Arcebispo da Arquidiocese de São Paulo, numa entrevista com o Pe. Celestino Crozet, MS, Superior Provincial, acompanhado pelo Pe. Fidélis e pelo Pe. André, declarou espontaneamente que desejava constituir uma nova paróquia, sob o título de Nossa Senhora da Salette e nela erigir um santuário para receber peregrinos numerosos e favorecer retiros espirituais. Sem perda de tempo, Pe. André, foi encarregado de ver os limites da nova paróquia a ser desmembrada da Paróquia de Sant'Ana, e Pe. Fidélis foi, desde então, indicado como seu primeiro Pároco.

O decreto do Arcebispo não tardou. Foi publicado com a data de 24 de março de 1940. Por ele foi criada a Paróquia Nossa Senhora da Salette, no Alto de Santana, sendo que o futuro santuário serviria de Igreja Paroquial "ad nutum Sanctae Sedis", conforme Ofício do Arcebispado de São Paulo, datado de 14 de maio de 1940 (in Arquivo Provincial). Provisoriamente, a Capela Santa Cruz, segundo o mesmo decreto, funcionaria como Igreja Matriz. Nesta Capela, a 4 de agosto de 1940, Pe. Fidélis tomou posse como primeiro Pároco, durante a celebração da Missa de fundação da nova Paróquia.

Em 1942 começaram a ser celebradas missas campais no local do futuro santuário. Por ocasião da Páscoa abril de 1943 foi feita a transladação do Santíssimo Sacramento da Capela Santa Cruz para a Igreja de Nossa Senhora da Salette. Desde então, Pe. Fidélis passou a desempenhar o serviço paroquial na rua Doutor Zuquim."

(do livro Crônicas de Uma Missão, de Pe. Ático Fassini, MS)

 

COMUNIDADE EM REVISTA

NOVAS COORDENAÇÕES A Pastoral do Batismo será coordenada pelo casal José Robustino Landucci e Silvia Helena O. Landucci; a equipe de Liturgia da Missa Semana 19h30 será coordenada pelo Paulo Alexandre Veredas; e a equipe de Liturgia da Missa Domingo 18h30 será coordenada pelo casal Daniel Chin Min Wei e Elisa Akiko Sano.

NOVA PASTORAL Foi criada a Pastoral da Comunicação, englobando, além das atividades pastorais pertinentes, as equipes do GIS (Grupo Internet Salette), do Informativo Salette, do Mural, da Zeladoria da Revista Salette e do Relacionamento Externo. A Pastoral será coordenada pelo Sr. Erich Georg Jonas.

CPA Decididamente poeira, barulho e bagunça não tem nada a ver com ambiente de igreja. Mas, como disse um falecido político: "Não dá para fazer omelete sem quebrar os ovos", a manutenção do piso, tanto da Igreja quanto do Salão Paroquial, e a instalação do sistema de som nos dois salões de nossa comunidade fez com que o ambiente de nossa paróquia fosse perturbado com as obras necessárias. Algumas atividades e celebrações tiveram que se adaptar a essas circunstâncias, pelo que pedimos desculpas e a compreensão dos paroquianos.  O sistema de som já está concluído e a manutenção do piso está em fase final.

MEMORIAL Está faltando você visitar nosso Memorial. Talvez o acervo não seja ainda tão grande quanto poderia ser, mas está crescendo. Faça essa visita e comente com seus amigos de fora da comunidade, comente com seus familiares e traga essas pessoas para conhecê-lo. Se você tiver algum material que tenha significado histórico para nossa comunidade veja se há possibilidade de doá-lo ao Memorial.

 

PROGRAMAÇÃO DA SEMANA SANTA

Domingo de Ramos 20.03.2005 Missas às 07h 09h 11h 18h30

Quarta-Feira Santa 23.03.2005 Missa dos Santos Óleos 20h

Quinta-Feira Santa 24.03.2005 Missa do Lava-pés 20h

Quinta-Feira Santa 24.03.2005 Vigília da Semana Santa 22h (início)

Sexta-Feira Santa 25.03.2005 Vigília da Semana Santa 15h (término)

Sexta-Feira Santa 25.03.2005 Paixão do Senhor 15h

Sexta-Feira Santa 25.03.2005 Procissão 19h

Sábado Santo 26.03.2005 Celebração da Luz 20h

Domingo de Páscoa 27.03.2005 Missas às 07h - 09h 11h 18h30

 

CALENDÁRIO LITÚRGICO FEVEREIRO

02 -Apresentação do Senhor

06 -5º. Domingo do tempo comum

09 -Cinzas Abertura da CF-2005

13 -1º. Domingo da Quaresma

20 -2º. Domingo da Quaresma

22 -Cátedra de Pedro

27 -3º. Domingo da Quaresma

 

 

SANTUÁRIO N. SRA. DA SALETTE
R. Dr. Zuquim, 1746 Santana S.Paulo SP
CEP 02035-022 - Fone: 6281-9499 - Fax: 6950-5438
Home Page www.nsrasalette.org.br
e-mail secretaria@nsrasalette.org.br

INFORMATIVO SALETTE EXPEDIENTE

Direção: Pe. Ildefonso Salvadego, MS
Coordenação: CPP Mario Apone
Secretaria: Laura Terezinha Maurice Gomes
Redação: Vera Marisa de S. Rodrigues
Diagramação: Valdir Medori Jr
Arquivo de Imagens: Maria Gisela Morales
Distribuição: José Carlos Tavelini
Corpo de Colaboradores: Dr. Lucio Antonio P. Gomes,  José Robustino Landucci

O Informativo Salette é uma publicação mensal do Santuário Nossa Senhora da Salette.
Distribuição Gratuita

Pároco: Pe. Ildefonso Salvadego, MS
Vigários Paroquiais:
Pe. Alfredo Granzotto, MS
Pe. Arcângelo Gabriel Vigne, MS

ATENDIMENTO DOS PADRES:
Confissões:
- Quartas-feiras: das 14h30 às 16h
- Quintas-feiras: das 9h às 11h30 e das 15 às 19h
- Sextas-feiras: das 9h às 11h30 e das 14h30 às 16h
- Sábados: das 9h às 11h30

EXPEDIENTE DA SECRETARIA:
- de Terças a Sextas-Feiras: 09h às 12h e 14h às 17h
- Sábados: 08h às 12h e 14h às 17h

HORÁRIO DE MISSAS:
- Segundas-feiras: 07h
- de Terças a Sextas-Feiras: 07h e 19h30
- Sábados: 07h e 17h
- Domingos: 07h, 09h, 11h e 18h30

MISSAS COM OUTROS HORÁRIOS:
Dia 19 de cada mês:
- Se de Segunda a Sexta-feira: 06h, 09h, 12h e 19h30
- Se Sábado: 06h, 09h, 12h e 17h
- Se Domingo: 06h, 09h, 11h e 18h30
a 1 . Terça-feira do mês: Missa dos Enfermos 15h
a 4 . Quarta-feira do mês: Grupo de Oração 15h

ADORAÇÃO AO SANTÍSSIMO:
- Quintas-feiras - das 08h às 15h
- Último Domingo do mês - Após a Missa das 18h30
- Primeira Sexta-feira do mês - Após a Missa das 19h30

GRUPOS DE ORAÇÃO:
- Segundas-feiras: 20h Grupo N. Sra.da Salette
- Quartas-feiras: 14h Grupo Canaã
- Quartas-feiras: 20h Grupo São Miguel Arcanjo

CENTRO SOCIAL:
Fone: 3107-0371
Atendimento médico, odontológico, psicológico,
Despensa, cursos de alfabetização e outros:
- de Terças a Sextas-feiras: das 08h30 às 12h

CAPELA SANTA CRUZ
R. Voluntários da Pátria, 2678 Santana
S.Paulo SP CEP 02402-100
Horário de Missas:
- de Segundas à Sextas-feiras: 18h
- Sábados: 08h
- Domingos: 10h
Grupo de Oração Padre Pio:
- Segundas-feiras: 20h

 

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