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PARTIR: MORRER OU RENASCER?

passaro.jpg (75103 bytes)Podemos encontrar explicações e mesmo justificativas para concordar com o poeta que afirmou: “partir é sempre morrer um pouco...” Não se completaram ainda dois anos que estamos vivendo na comunidade que se congrega em torno do Santuário da Salette da Rua Dr. Zuquim. Devo confessar que fui acolhido com muito carinho e amizade, o que me faz afirmar que aqui estou me sentindo muito bem e feliz, e deixar para trás todo este bem-querer implica em alto desprendimento e desapego, e mesmo coragem. Eis que estamos às vésperas de mais uma  partida . Gostaríamos de olhar e sentir a partida de maneira diferente daquela indicada pelo poeta: não como uma morte, mas como um convite a renascer. Por que? Quem assume os compromissos abrangentes da Igreja precisa saber diferenciar os projetos pessoais dos projetos da família maior, no caso, os da Província Saletina, das  necessidades e prioridades da sua missão enquanto comunidade de irmãos solidários em torno de um mesmo carisma da reconciliação. Os primeiros nos podem deixar felizes, satisfeitos, contentes, prazeirosos, e tentados a mantê-los, repeti-los e mesmo perpetuá-los. Os segundos são um convite à desinstalação, aos desafios, às provocações, à renovação, ao serviço diferenciado, à criatividade, à abertura de coração e mente para novos rumos e horizontes, ao seguir em frente. Os primeiros nos dão gozo, frutos e usufrutos, quiçá a sensação do dever cumprido. Os segundos têm como proposta o recomeçar, o renascer, a certeza de que há pela frente muito a ser feito. Isto se descobre quando se aceita submeter-se às leis severas de um novo e exigente amor. Para as novas exigências contar com as próprias forças? Não! Mas sim acolher o convite do Senhor: Sai da tua terra e vai... contando com a proteção Daquele que faz São Paulo dizer: Tudo posso naquele que me dá forças.

Pe. Bolívar Hauck, M.S.

CATEQUESE FAMILIAR, JESUS E A CRIANÇA

A Catequese Familiar em nossa Comunidade nos dá aos Casais Pilotos e às Catequistas a oportunidade de crescer na fé, na medida em que os encontros semanais com as famílias vão ocorrendo.

Tempos atrás, após os primeiros encontros, uma criança nos perguntou: Por que Jesus nasceu naquela época? Por que não antes? Por que não depois? Por que não agora, que as coisas estão tão difíceis para nosso país?

Jesus - Do ponto de vista da fé, Jesus nasceu conforme a determinação de Deus sem mais nem menos. Do ponto de vista da história do povo judeu, Jesus nasce, cresce, vive, morre e ressuscita no período da dominação romana. O povo judeu já sofrera muito em outras épocas. Já havia sido dominado por outros povos. Já estivera disperso pelo mundo então conhecido (Diáspora). Já vivera como escravo, já vivera como exilado, já vivera banido. O povo já tivera seu Templo destruído e reconstruído. Já vivera sob um único rei (monarquia unida), já vivera sob dois reis (monarquia dividida reino do norte e do sul). Já experimentara influências de diversas culturas em sua formação e forma de viver: assíria, babilônica, persa e grega.

Em períodos anteriores ao domínio dos romanos, os judeus tinham seus reis, seus profetas, seus juizes, seus revoltosos, suas leis, que lhes davam sustentação e expectativa de vida melhor, ainda que estivessem subjugados e sofridos.

P o r é m , n a época da dominação da Palestina pelos romanos que começa em 63 AC eles não tinham nada, não tinham a quem recorrer. Essa época foi marcada pela turbulência, extremamente desastrosa para a Palestina. Os romanos, ainda que mantivessem uma autonomia administrativa e religiosa, própria dos judeus; cometiam injustiças sociais e fiscais que massacravam o povo judeu.

Se não bastasse isso, em 37 AC os romanos nomeiam o idumeu portanto, um estrangeiro chamado Herodes, como rei dos judeus. Herodes, chamado o Grande, iniciou uma repressão brutal contra qualquer manifestação popular. Seu reinado, além de subjugar o povo, era de um servilismo total ao império romano. A Palestina era um entroncamento importante entre oriente e ocidente, que atendia os interesses de expansão do império romano, razão pela qual era importante ter um “aliado” no trono judeu. E Herodes serviu a esse intento, correspondendo plenamente à “pax romana”. Roma cobrava impostos escorchantes; era uma época de fome, pobreza, doença, desemprego e endividamento do povo. Sem ter a quem recorrer, restava ao povo esperar pelo Messias prometido. Então nasce Jesus, no meio desse burburinho, no centro desse período conturbado e danoso ao povo judeu.

Depois de alguns anos, Herodes morre e os romanos aceitam seu testamento no qual dividia a Palestina entre seus filhos: Arquelau ficou com a Judéia e a Samaria; Herodes Antipas, com a Galiléia e a Peréia, e Filipe ficou com a Ituréia e a Traconítide. Arquelau ficou pouco tempo no poder, devido as suas atrocidades, tão ou mais cruéis que as do seu pai. Os romanos, temendo distúrbios na Palestina, tornaram a Judéia uma província romana e nomearam governadores militares para essa área. Na época da pregação, morte e ressurreição de Jesus, quem governava a Judéia era Poncius Pilatus, genro do imperador Tibério.

    Enfim, nesse cenário conturbado, Jesus é encarnado e inserido. E tudo isso aconteceu para que se cumprisse o desígnio de Deus.

Cidinha e Mario Apone

 

Dízimo
Aniversariantes de Março

 

01 Marilurdes Matroni
Hamilton B. V. Sandoval

02 Nilse M. R. Costa
Aparecida de Jesus Garbim

03 Norma Pazero Chica
Judite Lottato Carvalho

04 Ilda Miranda de Castro

05 Irineu Fernandes
Desidério S. Júnior

06 Patrícia M. N. Gonçalves
João Bosco de Almeida
Paulo Roberto da S. Gouveia

07 Luiz Carlos Jesus S. Simonelli
Rosa Gianpaoli Romanon
Jar A. Pirel

08 Aura Celeste P. Martins
Maria Marques Rodrigues
Cícera F. dos Santos
Marta Heloísa Pero Ferreira
Célia Cândido

09 Luiz Antonio dos Santos
Clementina Logarzo
Edilene Maria Préstia P. Dias
Regina Célia V. Costa

10 Ivani Primo
Olga Takinaga
Célia Maria Alexandre Jacinto
Luiza Zotelli Sesso
Maria Regina J. Dall'Olio

 

11 Donato Krachevski

12 Alessandra Destro
Maria Djalma T. de Lima
José de Oliveira Sá
Newton Pietscher
Otávia Stefano

13 Deraldo P. da Silva
Manoel Tomaz
Vitor Finazzo

14 Sula Amarante

15 Rafael de Souza Luongo

16 Maria de Fátima R. Vieira

17 Antonio Guilherme de Brito
Maria Celeste Borioli
Nely Aparecida dos Santos

18 Claudia Storoli
Terezinha Reis Ferreira
Maria Elizabeth Andrade
Aldino Finco

19 Judite M. Valle

20 Graciliano G. Valle
Antonio Padula
Soraia Rodrigues Sobral
Suzete Figueiredo de Castro

21 Maria José Fávero Bandeira
Ariel R. de Vasconcellos

22 Francis Teixeira Tempone
Flávio Betiol
Odair Amarante
André Apone

 

23 Aparecida dos Santos

24 Encarnacion Martins Rossatti
Elza Marques
Cândida Maria J. Branco
Sheizin Goya
José Afonso Chico Barroco

26 Ana Claudia da Silva
Antonio José Fornaziero
Josefa Francisca da Silva

27 José Paixão da Costa
Luiza Fernandes
José Eduardo Cervenka
Missão Serikako

28 Arlete Reinhardt
Flávio W. da S. Ferraz
Dalziza Menechine
Carlos Roberto F. da Costa
Fernanda Lico Gonçalves

29 Vera Scarpato Fortuna
Raimundo Miranda da Cruz

30 Marina Stel de Ferrini
Vera Lúcia Silvério da Silva
Olívia Camargo F. Dias

31 Iolanda Pacheco
Gilberto Pereira
Marcos Bento da Silva
Simone Madeira M. Cândido
Oswaldo dos Santos Araújo

 

 

SÃO PATRÍCIO: UMA MISSÃO DESEMPENHADA COM CORAGEM E AMOR

Conheça a história do santo patrono da Irlanda

spatricio.jpg (23578 bytes)São Patrício, filho do diácono Calpurnius e Conchessa, nasceu na Escócia por volta do ano 385. Aos 16 anos, foi capturado por piratas e levado para a Irlanda como escravo, para ser pastor de ovelhas. Naquela época, a Irlanda era a terra dos druidas e pagãos. Solitário e sofrendo, voltou-se para Deus. Sua fé cresceu e seu espírito elevou-se a tal ponto que, num só dia, Patrício rezava uma centena de preces, e de noite fazia o mesmo. Rezava na floresta e na montanha, antes do alvorecer. Nem a neve, nem o gelo e nem a chuva o desencorajavam, pois seu espírito estava cheio de fervor. Os anos de cativeiro serviram para Patrício como preparação de seu futuro apostolado. Como seu senhor, Milchu, era um grande sacerdote druida, ele aprendeu a língua céltica e se familiarizou com os hábitos e costumes do povo que o capturou. Após seis anos de cativeiro, apareceu-lhe um anjo dizendo que suas preces e seus jejuns tinham sido aceitos por Deus, e que era hora de voltar para casa. Mandou que fugisse para o litoral, onde havia um navio que estava prestes a zarpar. Assim fez Patrício, só que não foi tão simples. O capitão não deixou que Patrício embarcasse. Ele chorou e rezou. Vendo sua aflição, o mestre do barco decidiu leva-lo, contanto que não os atrapalhasse, uma vez que eram todos pagãos, e possivelmente piratas. Depois de três dias de viagem, o barco ancorou em um lugar despovoado. Patrício e os tripulantes desembarcaram e lá ficaram 28 dias. Como a comida tivesse acabado, o capitão disse a Patrício: “Tu és cristão e afirmas que teu Deus é todo-poderoso. Pede por nós, para que venha em nosso auxílio.” O jovem respondeu que se eles se convertessem, Deus os ajudaria. No mesmo instante apareceu um bando de porcos. Eles mataram, comeram e salgaram, e agradeceram ao Deus de Patrício aquele auxílio. Por essa razão, um dos símbolos de São Patrício é o “porco”. Chegando à sua pátria, Patrício foi raptado novamente e libertado dois meses depois. Viajou com seus pais para a província de Armorica. Os pagãos invadiram a província e degolaram todos, menos Patrício que, mais uma vez, foi vendido como escravo. Foi resgatado por uma família cristã, que lhe concedeu a liberdade. A árdua preparação para o apostolado e o primeiro santuário - Patrício dirigiu-se então para o Mosteiro de São Martinho de Tours, onde viveu por quatro anos. Durante esse período, sempre tinha visões divinas, que mostravam que a Irlanda era o país onde deveria semear a fé. Lá chegando, partiu para a cidade de Temoria. Como foi mal recebido pela população, que era pagã, teve que voltar para a França. E por 14 anos ficou sob a direção de São Germano, bispo de Auxerre. Formado, Patrício estava, então, pronto para sua missão. Naquela época, a heresia pelagiana começava a tomar conta dos cristãos da Inglaterra e da Irlanda. O Papa Celestino I enviou o bispo Paládio para combatê-la, mas os hereges o mataram. São Germano recomendou ao Papa que enviasse Patrício para substituí-lo. Assim, o santo foi ordenado bispo em 432 e, por volta do ano 433, voltou para a Irlanda. Tinha, então, cerca de 50 anos. Conta-se que em Slemich, quando o chefe pagão Dichu tentou matar Patrício à espada, mas seu braço ficou paralisado e só voltou ao normal quando ele se converteu. O chefe deu para Patrício um estábulo, que foi transformado em santuário, o primeiro erigido pelo santo na Irlanda, junto ao qual fundou um mosteiro que se tornaria seu lugar de recolhimento. São Patrício desmoraliza os druidas - Sabendo que a assembléia anual dos chefes e guerreiros pagãos aconteceria em Tara, que também era o principal centro dos druidas - sacerdotes da religião pagã que predominava no país -, o santo rumou para lá. Foi perseguido, e só escapou da morte por milagre. Em uma ocasião, os chefes druidas fizeram uma nuvem negra cobrir o firmamento, como demonstração de seu poder. São Patrício desafiouos a fazê-la desaparecer, mas eles não conseguiram. Ele então rezou, e o sol voltou a brilhar. Não satisfeito, o chefe dos sacerdotes ficou no ar e voou como um pássaro. O santo rezou e o druida se estatelou no chão. Depois disso, vários chefes tribais e suas famílias foram convertidos. Benen, filho de um deles, tornou-se companheiro inseparável de Patrício e foi seu sucessor na sé de Armagh. Foram convertidos também o rei de Dublin e o de Minster. Daí em diante, a evangelização de Patrício alcançou resultados surpreendentes. A destruição do ídolo e a conversão dos pagãos - Certa vez, uma multidão estava adorando o ídolo Crom-Cruach, um enorme pilar de granito coberto com placas de ouro e de prata, cercado por 12 ídolos menores. O santo se aproximou e, com uma pancada de seu bastão episcopal, reduziu o ídolo a pó. Em um só lugar, converteu o rei, seus seis filhos e 12 mil vassalos. Por sete anos, visitou cada localidade de Connaught, organizou paróquias e instruiu o povo. Conta a lenda que duas das filhas do rei local pediram para ser convertidas, e faleceram logo depois do batismo. Durante seu apostolado, aconteceram tantos milagres, bênçãos e fatos maravilhosos que ele mesmo comenta em sua autobiografia: “…Eu não sei o número, mas Deus o sabe, Ele que dá a seus humildes servidores uma coragem heróica.” São Patrício, “Patrono da Irlanda”, morreu em Ulster, no dia 17 de março de 461, deixando inúmeros santos que seguiram seu exemplo. O símbolo mais conhecido de São Patrício é o “trevo de três folhas”, que ele usava para explicar o “Mistério da Santíssima Trindade”.

SANTUÁRIO N. SRA. DA SALETTE
R. Dr. Zuquim, 1746 Santana S.Paulo SP
CEP 02035-022 - Fone: 6281-9499 - Fax: 6950-5438
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e-mail secretaria@nsrasalette.org.br

CLASP O QUE É?

Saiba um pouco mais sobre este Conselho

Muitos de nós não sabemos o que significa "CLASP", não conhecemos este Conselho e, sequer, ouvimos falar de sua existência.

Participando de uma assembléia, no dia 24 de janeiro último, no auditório do Centro Universitário Assunção (UNIFAI), na Vila Mariana, descobrimos que o tal "Conselho de Leigos da Arquidiocese de São Paulo", constituído em 1992, tem por objetivo coordenar os trabalhos e as iniciativas de leigos e leigas engajados no serviço da Igreja e na Evangelização das pessoas de boa-vontade - não cristãs ou cristãs de fé abalada - que, dentro das suas limitações naturais, se dispõem a contribuir para a obra da Salvação, em fraternidade e amor com Cristo.

Vários movimentos e associações, espalhados pelas seis Regiões Episcopais da Capital, em perfeita sintonia com a hierarquia da Igreja e sob as mais variadas formas e linguagens, procuram levar a Palavra e a Mensagem do Reino de Deus, assim como apoio, incentivo e consolação a todos os povos em todos os cantos do mundo. Estavam representados no encontro, entre outros: Pastorais de Batismo, Família, Noivos e Catequese em geral; a Pastoral Fé e Política (atuante junto à Assembléia Legislativa e à Câmara Municipal), Centro Oscar Romero de Direitos Humanos, Associação de Leigos Deficientes, Renovação Carismática, Comunidade Emanuel, Movimento das Focolares, Instituto São Paulo de Cidadania e Política, Associação Comunitária de Vila Nova Conceição, e outros movimentos da Regiões de Santana, Lapa, Sé, Belém, Vila Brasilândia e Ipiranga.

Todos os representantes de movimentos e associações, comprometidos com a caminhada pastoral da Arquidiocese de São Paulo, testemunharam toda a dificuldade da tarefa e o esforço de uma caminhada bastante árdua, mas que, com o apoio de grandes setores de nossa Igreja, têm conseguido grande sucesso e transmitiram a confiança e a esperança no êxito total desta missão.

Precisamos com urgência: conhecer, apoiar, divulgar e trabalhar em conjunto com esses grupos para melhor desempenhar a Missão, que também é nossa e, reunidos, apresentar ao Senhor resultados maiores e mais eficazes, verdadeiros e mais duradouros.

Sebastião Jacinto Filho
Pastoral do Batismo

INFORMATIVO SALETTE EXPEDIENTE
Direção: Pe. Ildefonso Salvadego, MS
Coordenação: CPP Mario Apone
Secretaria: Laura Terezinha Maurice Gomes
Redação: Vera Marisa de S. Rodrigues
Diagramação: Valdir Medori Jr
Arquivo de Imagens: Maria Gisela Morales
Distribuição: José Carlos Tavelini
Corpo de Colaboradores: Dr. Lucio Antonio P. Gomes
O Informativo Salette é uma publicação mensal do Santuário Nossa Senhora da Salette.
Distribuição Gratuita

 

Pároco: Pe. Ildefonso Salvadego, MS
Vigários Paroquiais:
Pe. Alfredo Granzotto, MS
Pe. Arcângelo Gabriel Vigne, MS

ATENDIMENTO DOS PADRES:
Confissões:
- Terças-feiras: das 15h às 19h
- Quartas-feiras: das 14h30 às 16h
- Quintas-feiras: das 9h às 11h30 e das 15 às 19h
- Sextas-feiras: das 9h às 11h30 e das 14h30 às 16h
- Sábados: das 9h às 11h30

Aconselhamento, orientação espiritual e bênçãos:
- das 9h às 11h30 e das 15h às 18h:
Segundas-feiras - Pe. Ildefonso
Quartas-feiras - Pe. Arcângelo
Sextas-feiras - Pe. Arcângelo

EXPEDIENTE DA SECRETARIA:
- de Terças a Sextas-Feiras: 09h às 12h e 14h às 17h
- Sábados: 08h às 12h e 14h às 17h

HORÁRIO DE MISSAS:
- Segundas-feiras: 07h
- de Terças a Sextas-Feiras: 07h e 19h30
- Sábados: 07h e 17h
- Domingos: 07h, 09h, 11h e 18h30

MISSAS COM OUTROS HORÁRIOS:
Dia 19 de cada mês:
- Se de Segunda a Sexta-feira: 06h, 09h, 12h e 19h30
- Se Sábado: 06h, 09h, 12h e 17h
- Se Domingo: 06h, 09h, 11h e 18h30
a 1 . Terça-feira do mês: Missa dos Enfermos 15h
a 4 . Quarta-feira do mês: Grupo de Oração 15h

ADORAÇÃO AO SANTÍSSIMO:
- Quintas-feiras - das 08h às 15h
- Último Domingo do mês - Após a Missa das 18h30
- Primeira Sexta-feira do mês - Após a Missa das 19h30

GRUPOS DE ORAÇÃO:
- Segundas-feiras: 20h Grupo N. Sra.da Salette
- Quartas-feiras: 14h Grupo Canaã
- Quartas-feiras: 20h Grupo São Miguel Arcanjo

CENTRO SOCIAL:
Fone: 3107-0371
Atendimento médico, odontológico, psicológico,
Despensa, cursos de alfabetização e outros:
- de Terças a Sextas-feiras: das 08h30 às 12h

CAPELA SANTA CRUZ
R. Voluntários da Pátria, 2678 Santana
S.Paulo SP CEP 02402-100
Horário de Missas:
- de Segundas à Sextas-feiras: 18h
- Sábados: 08h
- Domingos: 10h
Grupo de Oração Padre Pio:
- Segundas-feiras: 20h

 

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