Santuário de São Paulo recebe Pe. Serginho para uma noite de louvor

DSC_0050No dia em que a igreja comemorava o dia de São Simão e São Judas Tadeu, o Santuário Nossa Senhora da Salette/SP recebeu o Pe. Sergio Roberto Fárias, da Paróquia Santo Antônio do Caxingui, em São Paulo, para uma noite de louvor.

Pe. Serginho, como é conhecido, chegou ao santuário um pouco antes do início da santa missa das 19:30 e foi convidado a participar da celebração juntamente com os padres Nilto, Marcos Queiroz, reitor e pároco do santuário e Alfredo Granzotto, presidente da celebração.

Ao término da missa, deu-se início a noite de louvor. A igreja estava totalmente lotada. Pe. Serginho agradeceu aos padres do santuário e a toda comunidade pela calorosa acolhida, dizendo que em uma comunidade que reza e tem a presença de Maria não poderia ser diferente. Disse aos presentes que desde a festa de Nossa Senhora da Salette tinha uma dívida com a comunidade saletina de São Paulo. “Custou-me chegar até aqui. Mas Deus faz tudo no momento certo”, afirmou.

Entrando em clima de oração, pe. Serginho pediu a todos que rezassem por ele e por todos os sacerdotes. E ensinou que ao rezarmos por alguém, atingimos algo que está escondido e que não há maior caridade do que a de elevar as mãos e rezar por alguém.

Inspirado pela leitura – Isaias, 25 - proclamada durante a celebração – Pe. Sergio foi taxativo em dizer que quem veio até ao Santuário Nossa Senhora da Salette  em busca de uma solução para algum problema, Deus já tinha dado a vitória, porque o Senhor Deus diz assim e convidou a cada um a escutar e a gravar a palavra de Deus em seu coração. O Senhor dos exércitos preparou para todos os fieis das diversas paróquias presentes aqui, nas montanhas da Salette, um grande banquete. Deus enxugará as lágrimas de todas as faces, eis o nosso Deus, o qual nos dará a libertação. “Alegremo-nos e exultemo-nos porque a sua mão repousará nesta montanha”.

 Pe. Serginho proferiu um trecho do Livro do Apocalipse, 12 versículos 1 –20 e afirmou que este é o único momento em toda bíblia, em que Deus suscita uma inimizade, uma guerra entre a mulher que deu à luz a Jesus e a serpente, e destacou que nunca haverá amizade entre elas.

“Somos filhos da virgem Maria, e o maligno está sempre a querer nos derrubar. As fraquezas muitas vezes nos levam a caminhar nas coisas do mundo, mas o Senhor Deus tem urgência para curar o seu povo.

DSC_0036 O mundo está cada vez mais ateu; a igreja católica está em descrédito; há desamor nas relações familiares, profissionais; o ressentimento; o ódio; a inveja dominam os corações e tudo isso parece normal. Mas não é. São obras do demônio.

Quem não caminha no amor está sendo compassivo com as coisas do mal. Não existe amor sem Deus. Sem a eucaristia. O amor de Deus é a única forma de se vencer o ódio, de sermos curados.

Para encerrar a noite, Pe. Serginho realizou o terço, no qual nas contas grandes se diz: “Quem como Deus? Ninguém como Deus”; nas contas pequenas “Livrai-nos do mal” e ao final de cada dezena: “Cristo vence, Cristo Reina, Cristo Impera. Convidou os jovens presentes no santuário para que todos fossem para corredor central da igreja,  e rezou por todos os jovens e pela juventude, pedindo a Deus para que os jovens sejam curados, lavados, purificados e transformados pelo amor de Jesus. Que Jesus venha visitar a cada jovem, tocando em suas carências emocionais e desperte cada vez mais os jovens ao serviço religioso.

Ao final de sua pregação, Pe. Serginho autografou o seu novo livro “Rezando com Padre Serginho – Orações que curam e levam a Deus”, Editora Palavra & Prece.

Cintia Regina Carmin


 

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