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Região Episcopal Sant'ana - Reunião do CPP por Setor

CONSELHOS PAROQUIAIS DE PASTORAL

Reunião por Setor
Novembro de 2007.
Dom Joaquim Justino Carreira

  1. Oração e Invocação do Espírito Santo.

  2. PROCLAMAÇÃO DA PALAVRA DE DEUS

Proclamação do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, escrito por São Mateus 5, 13-16 e 13,33.

T. GLÓRIA A VÓS SENHOR.

  1. MEDITAÇÃO

  1. Leitura do texto alternando grupo dos homens e grupo das mulheres.

  2. Todos lêem silenciosamente o Evangelho proclamado.

  3. Em voz alta, algumas das pessoas presentes lêem a frase mais apreciada.

  4. Reflexão catequética sobre a Palavra Proclamada.

  1. LEITURA PARA MEDITAÇÃO

ORIGEM DA IGREJA

A Igreja é “criação de Deus, construção de Cristo, animada e habitada pelo Espírito (1Cor 3,16; Ef2,22). A Igreja foi confiada a homens, os Apóstolos 'escolhidos por Jesus sob a ação do Espírito Santo' (At 1,2) e depois àqueles que, pela imposição das mãos, recebem o carisma de governar (1Tm 4,14; 2Tm 1,6).

Conduzida pelo Espírito Santo (jo 16,13), a Igreja é 'coluna e suporte da verdade' (1Tm 3,15), capaz, sem desfalecer, de 'guardar o depósito das sãs palavras recebidas dos Apóstolos' (2Tm 1,13s), isto é, de enunciá-lo e de explicá-lo sem erro.

Constituída como Corpo de Cristo por meio do Evangelho (Ef 3,6), nascida dum só Batismo (Ef 4,5) e nutrida dum só Pão (1Cor 10,17), ela reúne num só povo (Gl 3, 28s) os filhos do mesmo Deus e Pai (Ef 4,6).

Ela desfaz as divisões humanas, reconciliando em um só povo judeus e pagãos (Ef 2,14ss), judeus e gregos, escravos e livres, homens e mulheres (1Cor 12,13; Cl 3,11; Gl 3,28).

“Essa unidade é católica, como se diz desde o século II; é feita para reunir todas as diversidades humanas, para se adaptar a todas as culturas (1Cor 9,20ss) e abraçar o universo inteiro (Mt 28,19)”.

MISSÃO DA IGREJA

As ALEGRIAS e as ESPERANÇAS, as tristezas e as angústias dos homens de hoje, sobretudo dos pobres e de todos os que sofrem, são também as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos discípulos de Cristo.

Não se encontra nada verdadeiramente humano que não lhes ressoe no coração. Com efeito, a sua comunidade se constitui de homens que, reunidos em Cristo, são dirigidos pelo Espírito Santo, na sua peregrinação para o Reino do Pai.

Eles aceitarem a mensagem de salvação que deve ser proposta a todos. Portanto, a comunidade cristão se sente verdadeiramente solidária com o gênero humano e com sua história (GS 1).

A Igreja, como “comunidade de amor” é chamada a refletir a glória do amor de Deus, que é comunhão, e assim atrair as pessoas e os povos para Cristo.

A Igreja cresce, não por proselitismo, mas “POR ATRAÇÃO”: Como Cristo “atrai para si” com a força do seu amor. A Igreja ATRAI quando vive com comunhão, pois os discípulos de Jesus serão reconhecidos se amarem uns aos outros como Ele nos amou (cf Rm 12,4-13; Jo 13,34). (DA 159).

ORGANIZAÇÃO DA IGREJA

A diversificação da organização eclesial, com a criação de muitas comunidades, novas jurisdições e organismos pastorais, permitiram que muitas Igrejas locais (Dioceses) avançassem na estruturação de uma Pastoral Orgânica, para servir melhor às necessidades dos fiéis. (DA 99g).

O número insuficiente de sacerdotes e sua não eqüitativa distribuição impossibilitam que muitíssimas comunidades possam participar regularmente na Celebração Eucarística.

Recordamos que a Eucaristia faz a Igreja, preocupa-nos a situação de milhares dessas comunidades privadas da Eucaristia dominical por longos períodos de tempo. (DA 100e).

A diversidade de carismas, ministérios e serviços abre o horizonte, para o exercício cotidiano da comunhão através da qual os dons do Espírito são colocados à disposição dos demias para que circule a caridade.

De fato cada tabizado é portador de dons que deve desenvolver em unidade e complementaridade com os dons dos outros, a fim de formar o único Corpo de Cristo, entregue para a vida do mundo.

Cada comunidade é chamada a descobrir e a integrar os talentos escondidos e silenciosos que o Espírito presenteia os fiéis. (DA 162).

No povo de Deus, “A COMUNHÃO E A MISSÃO estão profundamente unidas entre si (...) a COMUNHÃO é missionária e a MISSÃO é para a comunhão”.

Nas Igrejas particulares, todos os membros do povo de Deus, segundo suas vocaçãoes específicas, somos convocados à SANTIDADE, na COMUNHÃO e na MISSÃO. (DA 163).

LUGARES ECLESIAIS PARA A COMUNHÃO A DIOCESE

Deus não quis salvar-nos isoladamente, mas formando um Povo. A experiência cristã não é um simples sentimento religioso individual, mas uma experiência de fé vivida em uma Igreja Particular.

Reunida e alimentada pela Palavra e pela Eucaristia, a Igreja Católica existe e se manisfesta em cada Igreja particular (Diocese), em comunhão com o Bispo de Roma. Estaé, como afirma o Concílio, “uma porção do povo de Deus confiada a um bispo para que apascente com seu presbitério”.

A Diocese, presidida pelo Bispo, é o primeiro espaço da comunhão e da missão. Ele deve estimular e conduzir uma ação pastoral orgânica renovada e vigorosa, de maneira que a variedade dos carismas, ministérios, serviços e organizações se orientem no mesmo projeto missionário para comunicar vida no próprio território.

O projeto só é eficiente se cada: comunidade cristã, paróquia, comunidade educativa, comunidade de vida consagrada, associação ou movimento e cada pequena comunidade se inserem ativamente na pastoral orgânica de cada Diocese. (DA 165, 166 e 169).

A PARÓQUIA

Entre as comunidades eclesiais, nas quais vivem e se formam os discípulos de Cristo, sobressaem as PARÓQUIAS. São células vivas da Igreja e o lugar privilegiado no qual a maioria dos fiéis tem uma experiência concreta de Cristo e a comunhão eclesial.

A Paróquia é uma comunidade de comunidades e é chamada a ser casa e escola de comunhão. Deve acontecer nas Paróquias uma valente ação renovadora, a fim de que sejam de verdade “espaços da iniciação cristã, da educação e celebração da fé, abertas à diversidade de carismas, serviços, ministérios, organizadas de modo comunitário e responsável, integradoras de movimentos de apostolado já existentes, atentas à diversidade cultural de sus habitantes, abertas aos projetos pastorais e supra-pastorais e às realidades circundantes”.

Todos os membros da comunidade paroquial são responsáveis pela evangelização dos homens e mulheres em cada ambiente. É necessário que nossas Paróquias se tornem missionárias dentro e fora do seu território.

O número de católicos que chegam à celebração dominical é limitado; é imenso o número dos distanciados, assim como o número daqueles que não conhecem a Cristo.

A renovação missionária das paróquias se impõe, tanto na evangelização das grandes cidades como do mundo rural de nosso Continente, que está exigindo de nós imaginação e criatividade para chegar às multidões que desejam o Evangelho de Jesus Cristo.

No campos específico da atividade evangelizadora leiga destacarmos: o complexo mundo do trabalho, da cultura, das ciências e das artes, da política, dos meios de comunicação e da economia, da vida profissional, sobretudo nos contextos onde a Igreja se faz presente sempre por eles. (DA 170 A 176).

VALORIZAR A PARTICIPAÇÃO

“Os fiéis leigos são “os cristãos que estão incorporados a Cristo pelo Batismo, que formam o povo de Deus e participam das funções de Cristo: sacerdote, profeta e rei”. Realizam, segundo a sua condição, a missão de todo o povo cristão na Igreja e no mundo. São “homens da Igreja no coração do mundo, e homens do mundo no coração da Igreja”. (DA 209).

CONSELHO DE PASTORAL SETORIAL


Deve haver Conselho: Diocesano, Regional, Setorial e Paroquial.

Tem como finalidade executar os Planos de Pastoral da Arquidiocese, da Região Episcopal, do Setor e da Paróquia. Formar os Agentes de Pastoral, realizar Assembléias periódicas, Criar Equipes. É presidido pelo Bispo, ou pelo Coordenador de Setor ou pelo Pároco.

Do Conselho Regional de Pastoral, participam: Todos os Párocos, Vigários paroquiais, diáconos, um leigo de cada CPP, um representante de cada Pastoral, Movimento, Associação, Organização em nível de Setor e um representante das Casas Religiosas instaladas no Setor.

Os fiéis que participam do CONSELHO DE PASTORAL sejam pessoas de fé sólida, bons costumes e prudência. Sejam fiéis em profunda comunhão com o Bispo e com o Pároco. É um Conselho Consultivo e os Membros são eleitos para representar as Pastorais e Organizações pelo prazo de dois anos, podendo ser reeleitos diante das necessidades.

SENHOR, FAZEI DE NÓS: SAL, LUZ E FERMENTO, DE UMA NOVA CIVILIZAÇÃO, A DO AMOR.

CPP REGIONAL – Salão da Paróquia Santa Terezinha – 06/11/2007

Dom Joaquim proclamou o Evangelho de Mateus 5, 13-16 e 13,33.

Falou que nós vamos refletir sobre a Pastoral de Conjunto.

Que devemos nos incomodar com a pouca freqüência nas missas e nas comunidades. Disse que na Europa as Igrejas são usadas para festas para restaurantes, porque não se tem mais povo.

Falou das propriedades do sal, da luz e do fermento.

Falou também da indiferença religiosa que está em todo lugar e também das seitas que vivem em nossa paróquia, e também sobre as pessoas que defendem em parte a Igreja. Acham que o Papa está errado e usou o exemplo do aborto. Da nossa tendência de só tomar o que nos interessa, para que colocar uma criança a mais no mundo? Para sofrer?

É preciso estar presente nas atividades Regionais e Arquidiocesanas.

Dom Joaquim, Pe. João Luiz Miqueletti, Pe. Paulo Gil, Pe. Ildefonso Salvadego, Pe. Marcos Almeida, Pe. Antônio Santa Luzia e Pe. Mauro – Santa Luzia.

Galeria de Fotos. Clique nas fotos para vê-las maiores:

 

 

Fotos: Oswaldo dos Santos Araujo

 

 

 

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